Fissuras Mamilares

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Veja 8 dicas para resolver rachaduras antes e depois da gestação

Foto: Fissuras mamilares - Veja 8 dicas para resolver rachaduras antes e depois da gestação
http://revistapaisefilhos.com.br/bebe/amamentacao/fissuras-mamilares

As fissuras nos seios são comuns no início da amamentação e, muitas vezes, são os principais motivos do desmame precoce. Os principais sintomas são dores e sangramentos. 
 
Todos os dias, depois do banho, é preciso observar se houve melhoras e em caso de vermelhidão, dor ou febre é importante consultar um profissional, que oriente o tratamento. 
 
As fissuras podem aumentar o risco de a mulher sofrer de mastite, por isso os cuidados são importantes. Esse tipo de problema é passageiro e as mães não devem deixar de amamentar por isso. 
 
Saiba como é possível prevenir esse tipo de problema com alguns cuidados especiais durante a gestação e no pós-parto:
 
- Banhos de sol com duração de 15 a 20 minutos, uma vez ao dia;
- Banhos de luz infravermelhos;
- Se as mamas estiverem muito cheias, é preciso fazer ordenha para facilitar a pega;
- Uso de conchas protetoras;
- Deixar os mamilos arejados;
- Cremes a base de lanolina;
- Passar o próprio leite nos mamilos.

A importância de estabelecer limites

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Getty Images









Definir regras é uma das grandes dificuldades para os pais de hoje, 
mas é também uma das atitudes mais importantes para criar uma 
criança segura e feliz
Cenas dantescas de birra, com a criança esperneando no chão 
enquanto pais constrangidos olham, impotentes, sem saber como agir. 
Crianças tiranas que decidem desde a programação da TV até a hora 
e o teor das refeições e batalhas acirradas na hora de dormir. Todas 
essas situações de conflito podem ser evitadas quando uma simples 
palavra aparece no contexto familiar: limite. Ele é necessário desde 
que o bebê está na barriga damãe e, não há dúvidas, vai ajudar a 
criança a crescer mais confiante e tranquila, porque sabe que 
existem coisas que ela pode e que ela não pode fazer. “Limite é 
necessário em todas as fases. Está presente no desenvolvimento 
de questões morais e no aprendizado do que é certo e errado”,
diz a terapeuta ocupacional, especializada em desenvolvimentoda 
criança, Teresa Ruas, de São Paulo. Segundo ela, é na infância que 
ocorre o primeiro contato da criança com as noções de que nem tudo 
é permitido a ela. A partir desta noção, ela aprende que deve respeitar 
limites da mesma maneira como deve ser respeitada. Para Teresa, 
quando os pais lidam com o limite com tranquilidade e segurança, 
constroem para seus filhos um ambiente funcional e que permite a 
eles entender que há coisas que não poderão fazer. “Até os 3 anos, 
a criança tem uma estrutura emocional egocêntrica. Ela, literalmente,
 não entende o outro. Age de acordo com as sensações dela. 
Por isso, precisa ser ensinada, treinada mesmo a entender.”

Psicóloga clínica do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, Ana Lucia 
Gomes diz que, antes de estabelecer limites, os pais devem entendê-los 
também: “Muitos pais não conhecem a função do limite. Ele é importante 
em três aspectos básicos. O primeiro: ensina a criança a lidar com a
frustração. É na infância que esse treino deve ser realizado, para evitar 
que o processo se torne doloroso na adolescência e na vida adulta”, afirma. 
O segundo aspecto importante, de acordo com a psicóloga, é ajudar os pais
 a entender e agir da maneira adequada em ataques de birra. Ao estabelecer 
limites, não cedem às crises nem reforçam esse comportamento como 
sendo eficiente. E o mais importante aspecto, na hora de definir as regras: 
estimular, no desenvolvimento da criança, a independência. “Uma criança
 que tem noção de que não pode tudo vai, com certeza, crescer mais 
independente e emocionalmente mais madura. Em compensação, 
atitudes de superproteção são desaconselháveis, porque não ajudam 
a criança a ultrapassar a frustração”, alerta Ana Lucia. O limite não é, , 
uma restrição, explica Teresa, mas estabelece regras e uma rotina, que
vão ajudar a criança a navegar pelo mundo com mais segurança.“É muito
 importante ela conhecer a rotina do dia, saber o que vai acontecer: que 
será alimentada, que vai ter a hora do banho e que vai chegar o momento 
da sonequinha. Isso a ajuda a desenvolver os conceitos de começo, meio e
 fim”, diz Teresa.

Para a psicóloga Rosely Sayão, ensinar limites é ensinar a viver. Apenas os 
pais precisam fazer isso com bom senso, pois a criança adquire segurança 
correndo riscos. “Claro, ninguém vai permitir que corra riscos desnecessários.
 Mas é na ação, no experimentar, que ela aprende. Não adianta falar, a 
criança não entende, não consegue se controlar. É muito mais eficiente 
ensinar limites na prática”, avisa Rosely. Teresa reforça essa tese ao usar
 como exemplo a fase em que a criança começa a andar. “Os pequenos 
se sentem tão donos do mundo quando conquistam essa etapa! E ela 
só pode acontecer com o treino de limites.Os pais não podem, realmente, 
ensinar o filho a andar. Esse é um treino da criança. Ela deve aprender 
sozinha a controlar o corpo.O papel dos pais é incentivar e ajudar, 
oferecer um apoio, por exemplo. Mas a criança vai cair. Ela precisa cair 
para testar suas habilidades e aprimorá-las. Precisa cair para entender 
seus limites, para passar por cima da frustração inicial e conseguir, 
finalmente, caminhar sozinha.

”Cuidado com o “não”
Entender a importância do limite ajuda a criar maneiras mais eficientes 
de ensiná-los. Muitas vezes, uma afirmação promove um resultado melhor 
do que o bom e velho “não”.“A criança até entende que ‘não’ é ‘não’, mas 
não vai desistir por isso. Ela não consegue. O ideal é ensinar no ato, com 
assertivas”, diz Rosely. Para a neurolinguística, o ‘não’ cria uma imagem 
mental na cabeça da criança que a estimula a fazer exatamente o que se 
pede para que ela não faça. “Um exemplo bem prático é o clássico dedinho 
na tomada. Na hora em que o pai diz ‘não ponha o dedo na tomada’, o 
que fica na cabecinha da criança é ‘tomada’. E ela vai insistir. O ideal é 
desviar o foco , oferecendo uma alternativa – por exemplo, ‘venha para 
perto da mamãe. Olhe este livro, que bonito! Vamos ler esta história?’. Ou 
qualquer outra sugestão de atividade que capte a atenção da criança”, diz 
Alexandre Bortoletto, psicólogo e instrutor da Sociedade Brasileira de 
Programação Neurolinguística. Segundo ele, a assertiva é sempre 
melhor do que a negativa.

Para ele, uma negativa, em vez de educar, pode acabar incentivando a 
criança a ir em frente no comportamento inadequado. Dizer o que quer 
que acriança faça, de forma clara e sempre oferecendo opções, é um 
bom caminho para ajudá-la a entender que ela tem uma “banda” de 
possibilidades de ações. Mas,o que fazer em casos de emergência, 
quando acriança já está com o dedinho na tomada, por exemplo? “Eu 
sou pai de uma criança de 3 anos e vivencio essa questão do limite 
diariamente. Vamos acabar escorregando uma vez ou outra no ‘não’”, 
conta Alexandre.“Mas é normal, fomos criados assim, com este 
condicionamento. Eu mesmo me pego falando ‘não’! O importante 
é acrescentar um ‘sim’ imediatamente. No caso da tomada, claro que 
nenhum pai vai deixar o filho levar um choque! Se ele disse o ‘não’, 
deve acrescentar uma escolha. Por exemplo: ‘Não! Não ponha o dedo 
na tomada! Olha que bonito este livro que o papai pegou para você. 
Vamos ler esta história juntos?’ou qualquer outra proposta, um jogo, 
um brinquedo. É importante sempre oferecer escolhas.”

Limite do bem
Para Teresa, os pais andam com medo e com culpa de estabelecer 
limites e isso é prejudicial para todos os envolvidos, em especial para 
a criança. “A mãe fica o dia inteiro fora, trabalhando; quando chega em 
casa e tem alguns momentos com as crianças, não quer ser a chata 
que diz ‘não’. Mas ela não está sendo chata, e a criança não vai deixar 
de gostar da mãe por isso. Ao contrário, vai encontrar nesse limite o 
suporte que precisa para se sentir amada.”Para Ana Lúcia, a experiência 
em clínica mostra que pais que cresceram sem muitos limites têm mais 
dificuldades em estabelecê-los com o próprio filho. Já os que foram 
educados com regras mais claras podem ser um pouco mais rígidos. 
“Aí é que está a beleza de se criar uma criança: no equilíbrio. O excesso
de limite é tão ruim quanto sua ausência. Pais superprotetores criam 
crianças mais imaturas e menos preparadas para encarar a vida de 
maneira segura.”

Alexandre oferece uma dica para ajudar pais a ensinar em limites, sem usar o “não” e reforçando o sentido de independência e responsabilidade da criança: “O ‘ou’ é uma falsa escolha e um artifício excelente para ser usado pelos pais. Você pode perguntar a seu filho se ele prefere tomar banho antes do almoço OU na hora de dormir. O banho, seu objetivo, está garantido, mas você evita que a criança reaja mal à ideia. A única coisa é que você tem de manter o combinado. Isso é importante, para ele entender que optou e deve cumprir. Essa falsa escolha pode ser aplicada em diversas situações e costuma funcionar bem.”Para Teresa, o mais importante é que os pais entendam e aceitem a tarefa de ensinar limites a seus filhos como um privilégio e um ato de amor. “Não é fácil, eu sei. Especialmente porque o mundo, as pessoas, os adultos andam muito sem limites. Mas essa é só mais uma razão para criarmos uma geração que lide melhor com as frustrações. Minha orientação é para que os pais nunca se sintam mal por ajudar seus filhos a crescerem como adultos saudáveis, felizes e seguros. Não há maior prova de amor do que essa.”

E a birra?
Para os especialistas, um dos pontos mais importantes é a birra. “Ela é o recurso máximo da criança. Os pais não devem ceder a ela de maneira nenhuma. Seu filho está testando limites. Se ultrapassá-los, vai se tornar um adolescente imaturo e malcriado”, diz Teresa. Para Ana Lucia, um pai que, diante de uma birra pública, por nervosismo ou vergonha, atende aos desejos da criança, vai reforçar nela a ideia de que sempre conseguirá o que quiser se começar a chorar e espernear. “Meu conselho é simples: se você estiver em casa, simplesmente deixe-a chorar. Ela vai parar. Claro, isso pode ser desgastante,mas ela vai parar e, rapidamente, deixará de lado este artifício.” Alexandre recomenda duas saídas para os ataques em locais públicos. “Ou você, fisicamente, retira a criança do local, pega seu filho no colo e encerra o passeio ou consegue resolver a crise sem ceder. Uma ideia é oferecer escolhas. O importante é não estimular esse comportamento.”

Fonte: Bebê Abril

20 questões sobre sexo no pós-parto

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Sexo

Retomar a vida sexual depois que o bebê nasce nem sempre é uma tarefa fácil para os novos pais. Como lidar com isso e não deixar a relação esfriar?



1. Quando a mulher pode voltar a ter relações sexuais?
De 30 a 40 dias depois do parto. "O interior do útero estará se 
refazendo das mudanças ocasionadas pela gravidez", explica 
Eduardo Vieira da Motta, ginecologista e obstetra do Hospital
 Israelita Albert Einstein, de São Paulo. Além disso, nessa fase,
 a penetração, além de dolorosa, aumenta o risco de a mulher 
desenvolver algum tipo de infecção no útero. "Mas interromper
 a relação sexual não significa interromper as carícias e o 
contato entre o casal", alerta Margareth Mello dos Reis,
 psicóloga clínica e terapeuta sexual e de casais do 
Instituto H. Ellis, em São Paulo.

2. Se estiver se sentindo bem antes da alta médica, as relações 
estão liberadas?
O recomendado é que não. Independentemente de ter sido realizado 
um parto vaginal ou uma cesárea. Lembre: seu organismo está se
 recuperando e isso leva tempo.

3. Os pontos do corte podem estourar no ato sexual?
No parto normal, quando o médico percebe a necessidade de maior 
espaço para a saída do bebê, é feito um corte entre a vagina e o ânus.
 Esse corte é chamado de episiotomia. O tecido é costurado após a 
criança nascer e os pontos cicatrizam em 30 dias, o mesmo período 
de recuperação dos tecidos da vagina. O tempo de cicatrização 
equivale ao do resguardo. Agora, se houver relação nos primeiros 
dias após o parto, especialmente na primeira quinzena, há, sim, 
o risco de os pontos se romperem.

4. No caso de ter sido necessário recorrer ao fórceps ou a 
ventosas, o retorno a vida a dois muda?
Não. O tempo de espera é o mesmo: de 30 a 40 dias

5. No parto normal, mulheres que tiveram bebês muito grandes 
ou que foram sujeitas a um parto demorado têm mais problemas 
para se adaptar?
Depende. Algumas vezes, esses partos exigem demais da musculatura 
vaginal. A consequência disso é a redução do tônus muscular na região. 
O que os médicos recomendam, nesse caso, é a prática de exercícios
 locais. Isso ajudará a retomar a vida sexual com o mesmo prazer de
 antes da gravidez.

6. O parto normal muda a parte interna da vagina? Ela volta ao
 que era antes?
Sim, mas para isso a mulher deve investir em exercícios. O tecido 
vaginal e a musculatura ao seu redor são elásticos para permitir 
a passagem do bebê. Eles estão preparados para todo esse
 processo. Porém, para a recuperação, é indispensável fazer 
exercícios específicos para fortalecer os músculos da vagina. 
O ginecologista pode prescrever alguns deles.

7. O pompoarismo adianta alguma coisa?
Sim, mas para isso a mulher deve investir em exercícios. O tecido 
vaginal e a musculatura ao seu redor são elásticos para permitir a
 passagem do bebê. Eles estão preparados para todo esse processo. 
Porém, para a recuperação, é indispensável fazer exercícios 
específicos para fortalecer os músculos da vagina. O ginecologista
 pode prescrever alguns deles.

8. Pode ser preciso uma intervenção cirúrgica?
Sim, mas apenas em casos extremos, de partos muito traumáticos,
 e quando os exercícios não foram suficientes.

9. Em caso de cesárea, é preciso esperar ela cicatrizar para 
voltar a fazer sexo?
Sim. E esse tempo gira em torno de 30 a 40 dias. A restrição é 
necessária porque existe o risco, apesar de raro, de o corte infeccionar.

10. O sexo no pós-parto pode mudar e ser menos prazeroso?
A libido da mãe e do pai pode ser alterada pela rotina da casa, 
que passa a se pautar pelos choros do recém-nascido e pelas 
novas preocupações. Assim, a disponibilidade e a importância 
dada para as relações sexuais mudam e interferem na dinâmica
 do casal. Fisiologicamente, o sexo no pós-parto não é menos
 prazeroso. Há relatos de casais que consideram exatamente 
o oposto. Mas para isso é importante que marido e mulher 
tenham, além do planejamento de ter um filho, o hábito de 
conversar a respeito do que eles podem fazer para preservar 
a vida a dois. E, atenção, o carinho, a cordialidade e a capacidade 
de se colocar no lugar do outro devem fazer parte do relacionamento.

11. É normal a lubrificação diminuir?
"Após o parto, os níveis hormonais da mulher ficam mais baixos 
e isso faz com que a mucosa vaginal fique ressecada e menos 
lubrificada", explica Eduardo da Motta. A própria prolactina, o 
hormônio que tem a função de estimular a produção de leite, 
não ajuda muito e pode inibir a libido da mulher e, por consequência, 
a lubrificação. Enquanto a mãe estiver amamentando, esse 
quadro pode se prolongar.

12. É normal sentir dor nas primeiras relações?
A dificuldade na lubrificação pode dificultar o sexo e às vezes 
causar dor e desconforto. A tendência é que, com o retorno da 
menstruação, os hormônios se estabilizem e o sexo volte a ser
 prazeroso do início ao fim.

13. As relações podem ser dolorosas e boas, alternadamente? 
O que pode estar gerando o desconforto esporádico?
Depois que o corpo está recuperado do parto, não existe uma razão
 física para sentir dor. O problema, em geral, está ligado à redução 
da libido. E essa diminuição tem muitas causas, como as noites sem 
dormir, o cansaço, a baixa autoestima por causa da insatisfação com
 o corpo - flacidez no abdômen, excesso de peso. Agora, se você 
perceber que seu prazer reduziu - e muito -, vale a pena procurar a 
ajuda de um especialista.

14. Existem tratamentos, remédios e formas de contornar
 a situação?
Até que os hormônios se estabilizem - e isso costuma acontecer 
com o retorno da menstruação -, o casal pode lançar mão de 
produtos lubrificantes vaginais. Exercícios físicos e de relaxamento 
também são aliados da libido.

15. Existem posições mais indicadas para essa fase?
Não. Existem as posições em que o casal se sente mais confortável.


16. Há algum problema em fazer sexo anal nesse período?
O sexo anal é visto por alguns casais como uma alternativa ao período de resguardo. Mas vale saber que ele aumenta o risco de a mulher desenvolver uma infecção, principalmente no útero. "Nesse período de recuperação, é melhor evitá-lo", alerta o ginecologista Eduardo Vieira da Motta, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

17. Tudo bem receber sexo oral no pós-parto?
Sim. Não há contraindicações para o sexo oral.

18. Durante uma relação, o leite pode jorrar? Como lidar com isso?
A reação a esse e a muitos outros imprevistos que surgem na vida vai depender do casal e do relacionamento que foi construído antes mesmo de se pensar na gravidez. Há quem veja o leite jorrar durante o sexo com naturalidade e quem ache nojento. Mas uma dose de bom humor e cumplicidade é essencial e faz com que ambos superem tais situações com facilidade.

19. E quando o marido perde o interesse por sexo?
Não é só a mulher que enfrenta desafios no pós-parto. O homem passa por uma revolução - menos hormonal e mais emocional. Com a chegada do pequeno, ele assume um novo papel, o de pai. E, para muitos, mãe e sexualidade não combinam. "No imaginário ocidental, a maternidade não combina com o sexo. Essa divisão de sexo como pecado, como algo negativo, acaba não batendo com a pureza cobrada da maternidade", explica Theo Lerner, ginecologista e especialista em sexualidade do Instituto Paulista de Sexualidade. Para completar, o bebê vira o centro das atenções e, por consequência, não raro maridos e companheiros se sentem abandonados pelas mulheres. Aos homens, sobra frustração. E esse cenário só muda e evolui com um remédio: o diálogo franco, sincero e respeitoso.

20. O que fazer quando o sexo é interrompido pelo choro do bebê?
De fato, poucas coisas cortam o clima de um casal como um choro de criança. O ideal é investir em uma aproximação em momentos em que o bebê esteja dormindo. Mas, como todos sabem, os pequenos podem ser imprevisíveis. Por isso, a saída é contar com uma rede social de apoio (babá, mãe, sogra e afins) para conseguir um tempo para o casal namorar. Caso nada disso seja possível - e ele gritar na hora H -, resolvam o problema da criança e, se houver vontade e interesse, voltem de onde pararam. Sem grandes dramas, é preciso levar a vida com leveza!

Pós-parto: o tempo transforma (quase) tudo

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Veja quanto você vai precisar esperar para retomar a rotina...


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A vida após o nascimento do seu filho mudou bastante, não é? Mas logo, tudo, quer dizer, quase tudo, volta ao normal. Veja só quanto tempo vai ser necessário para você retomar a rotina:
2 semanas para voltar às caminhadas, se você já fazia atividades físicas antes. Mas sempre fale com seu obstetra, OK?
3 meses, no mínimo, para voltar a usar aquele jeans sem dietas malucas. Fica mais fácil se você não tiver ganhado peso demais e estiver amamentando.
4 meses é o que vai demorar para sua libido voltar ao normal, embora o sexo esteja liberado após 40 dias. Ter ajuda para cuidar da casa, o interesse do seu marido e menos preocupações na cabeça facilitam a retomada.
- 6 meses para dormir uma noite inteira seguida.
- E prepare-se: nunca você vai conseguir sair com as amigas sem sentir um pouquinho de culpa.

Fonte: Abner Lobão, obstetra da Unifesp (SP)